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 Sincronário da paz e sua idealogia. A cultura do “tempo é arte”

 

 

 

 

Thiago José Bezerra Cavalcanti

Universidade Federal Fluminense

Brasil

 

 

 

Resumen: O Sincronário da Paz constitui um movimento preocupado com a construção de uma nova era mais harmoniosa, regida por uma cultura de paz e arte. Seu principal slogan é o de que “tempo é arte”, carregando consigo o preceito de que “os códigos da arte estão dentro de todos nós”. Objetivamos compreender de que maneira a ideia de arte influencia ou determina tal movimento. Neste contexto místico, a arte confunde-se com o tempo, calendários, religião e apocalipse. A arte está em tudo, pois tem suas raízes nos movimentos mais fundamentais do Universo. Ela é a salvação, a porta de saída de um mundo capitalista de guerra para um mundo de paz.

 

Palabras clave: Arte; tempo; Sincronário da Paz; Maias; Nova Era.

 

 

 

 

 

*Este artículo originalmente fue publicado en nuestra primera época editorial, en Revista de Humanidades, ISSN 0719-0999, en junio de 2012.

                                             

 

Citar este artículo:

 

Cita sugerida

Bezerra Cavalcanti, Thiago José.  2016. “Sincronário da paz e sua idealogia. A cultura do ‘tempo é arte’”, Humanidades Populares 3 (4), 28-36.

 

APA

Bezerra Cavalcanti, T. J. (2016). Sincronário da paz e sua idealogia. A cultura do “tempo é arte”. Humanidades Populares, 3 (4), 28-36.

 

Chicago

Bezerra Cavalcanti, Thiago José. “Sincronário da paz e sua idealogia. A cultura do ‘tempo é arte’”. Humanidades Populares 3, no. 4 (2016): 28-36.

 

MLA

Bezerra Cavalcanti, Thiago José. “Sincronário da paz e sua idealogia. A cultura do ‘tempo é arte’”. Humanidades Populares 3.4 (2016): 28-36.

 

Harvard

Bezerra Cavalcanti, T. J. (2016) “Sincronário da paz e sua idealogia. A cultura do ‘tempo é arte’”, Humanidades Populares, 3 (4), pp. 28-36. 

 

 

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O Dreamspell (“Encantamento do Sonho”), conhecido no Brasil como “Calendário da Paz” ou “Sincronário da Paz” (SdP)[1], além de “Calendário das 13 luas de 28 dias”, é um calendário idealizado por José Argüelles[2] a partir da segunda metade da década de 1980, visto como pertencente ao movimento de Nova Era, conforme Robert Sitler (2006).

Tendo sido inicialmente propagado como “Calendário Maia” (ARGÜELLES, 2002: 140),[3] posteriormente foi estrategicamente definido como calendário dos “Maias Galácticos” (SITLER, 2006: 26), em resposta às críticas de que o SdP estaria em desacordo com a contagem dos dias mantida até hoje pela comunidade maia K’iche’ da Guatemala.[4] A obra que iniciou sua propagação é considerada nonsense no meio acadêmico (STUART, 2011: 307), uma má referência no que se refere à cultura maia; por isto, deixamos de lado este aspecto para tratá-lo exclusivamente como um movimento de Nova Era inclusive por conta da mescla com elementos de outras culturas (runas, I Ching, etc).

O SdP se desdobra em algumas organizações que se encarregam de sua propagação, tendo ajudado a popularizá-lo em vários lugares da Terra, tais como a Foundation for the Law of Time (Fundação para a Lei do Tempo)[5] e a Planet Art Network (Rede de Arte Planetária)[6]. Sua proposta fundamental é a da universalização de seu uso por toda a humanidade. Em outras palavras, oficializar o SdP em substituição ao calendário gregoriano.

A justificativa para tal mudança é de que o calendário gregoriano corresponde a uma “frequência equivocada”, definida como “12:60” (12 meses e 60 minutos), estando associada à premissa de que “tempo é dinheiro” e sendo responsável pela má conduta humana, guerras e afins. Por isso, seria necessário que o mundo abandonasse o calendário gregoriano e passasse a seguir o SdP, que corresponde à “frequência natural”, definida como “13:20” (remetendo aos 13 números e 20 hieróglifos dos dias que compõem o calendário ritual maia)[7], associada à intrigante premissa de que “tempo é arte”[8].

Tanto a ideia de uma contagem de tempo (ou de arte) natural quanto a de que “tempo é arte” são certamente questionáveis sob o ponto de vista das ciências sociais (a segunda sob o viés da divisão social do trabalho, por exemplo), entretanto este não é o nosso objetivo no presente artigo.

No pensamento que permeia o SdP, o tempo não é dissociado da arte. Sendo assim, falar de arte é o mesmo que falar de tempo e falar de tempo é o mesmo que falar de arte, como veremos adiante.

 

A Arte no Sincronário da Paz e seus desdobramentos

O slogan “tempo é arte” é ponto central na propaganda do SdP, portanto precisamos buscar a compreensão de seu real significado. Como observamos, isto é usado como uma contraposição à máxima de que “tempo é dinheiro”, por isso entendemos que há aqui uma crítica desaprovadora ao capitalismo e ao materialismo. David Stuart (2011: 307) relata que Argüelles rotula os céticos a respeito de suas teorias como “materialistas”. Poderíamos também perceber em alguma medida um antagonismo entre romantismo e liberalismo. Portanto, a arte é descrita como algo que liberta do capitalismo.

Como observamos na nota 4, a arte é resultado do tempo fatorado pela energia. Esta energia se manifesta em movimentos “harmônicos”, propriados para os momentos em que ocorrem. Durante um curso ministrado por Argüelles (ou Valum Votan) em

Cisternino (Itália) no ano de 2009, falouse sobre um postulado que ilustra aquilo que possivelmente é a perfeição dentro dessa lógica: “A Lei do Tempo é o movimento de Hunab’Ku”[9]. Em outras referências do SdP, observamos que Hunab Ku é o “Pai”, o “Supremo UM”[10], “todo movimento e medida”[11] e seu ponto de vórtice é o centro da galáxia[12]. Ou seja, trata-se da própria divindade suprema, o que revela o caráter religioso do SdP e mistura arte e religião. A arte seria tão natural quanto deus, na verdade o movimento de deus seria a fonte da arte.

Entretanto, precisamos ir além e compreender como Argüelles define a arte no movimento:

0.7. Considerando que o universo é uma perfeição de ordem e um processo unitário, criativo, padronizado, a Lei do Tempo, T(E)=Arte, governando a aparência e a manifestação de todos os fenômenos energia - da terceira dimensão física de espaço, também é absoluta em sua perfeição. Arte é definida como a unificação natural e espontânea do tempo com o espaço, de acordo com a freqüência 13:20, portanto, “tempo é arte”[13].

 

Para além disto, tal unificação parece condicionada à frequência 13:20. Fosse diferente, não seria necessária uma mudança para a mesma. A necessidade da utilização do calendário torna-se ainda mais explícita no Telektonon, texto profético do SdP:

82. 13:20  é a relação do tempo natural sagrado; 12:60 é a relação do falso tempo da Torre de Babel. 13:20 - treze meses, vinte dedos dos pés e das mãos[14]. 12:60 - ano de doze meses, hora de sessenta minutos. Filhos do dia da verdade, nisto há um sinal para que possais discernir entre o poder do maligno, que busca vos aprisionar em sua máquina, e o poder dos justos, que de nada precisam, exceto daquilo com que Deus os dotou: seu corpo de tempo e seu caminho natural, sincronizado pelas treze luas.

Filhos do dia da verdade, esta é vossa única decisão, pois Deus conhece e vê tudo o que está em vosso coração. Gente do amanhecer, gente do livro, na hora do julgamento unificai-vos da única maneira que vos é possível: no tempo, enquanto tempo, através do tempo. Pois nisto, o ano de Kin 144, o Telektonon vos é revelado, o plano de Deus para a paz na Terra, a derradeira e única esperança para renovação espiritual e salvação: aceitação e adoção imediatas do caminho de 13 luas de 28 dias, o calendário Telektonon. “E tinha um nome escrito que ninguém sabia senão ele mesmo.” (Apocalipse 19:12). E esse nome é Telektonon[15].

Este trecho não apenas confirma a dependência do calendário propriamente dito, como serve para reafirmar o caráter religioso que o SdP tomou. Há também uma espécie de ideologia religiosa de salvação, neste caso a partir do tempo e, por conseguinte, da arte, que são sacralizados no movimento. Podemos ver, então, “arte como salvação” (ou melhor, “tempo é arte”), a necessidade de se seguir um caminho específico para ser salvo espiritualmente, assim como se observa em diversas religiões.

Em seu livro O Saber Local Novos ensaios em antropologia interpretativa, Clifford Geertz dedica um capítulo à análise da arte enquanto um      sistema cultural. Parece-nos exatamente o contexto no qual o SdP se enquadra. Segundo Geertz (2006: 143),

[…] elaboramos teorias sobre criatividade, forma, percepção, função social; caracterizamos a arte como uma linguagem, uma estrutura, um sistema, um ato, um símbolo, um padrão de sentimento: buscamos metáforas científicas, espirituais, tecnológicas, políticas; e se nada disso dá certo, juntamos várias frases incompreensíveis [...]

No caso do SdP, a arte é uma linguagem de harmonização cósmica, alicerce de toda a estrutura ideológica que sustenta o sistema cultural. A arte é manifestada através de atos que estão em conformidade com o tempo e o espaço. O SdP também faz uso de diversos símbolos e resignifica-os, como veremos adiante. E busca padronizar um sentimento de unidade, tendo em vista que traz consigo a ambição de universalização do seu uso, que está também atrelado diariamente a metáforas espirituais[16].

Geertz (2006: 145) também observou um aspecto congregador da arte, que serve à expressão cultural:

Em qualquer parte do mundo, […] para uma maioria entre nós, outros tipos de discurso cujos termos e conceitos derivam de interesses culturais que a arte pode servir, refletir, desafiar ou descrever, mas não, por si só, criar, se congregam ao redor da arte para conectar suas energias específicas à dinâmica geral da experiência humana.

Num primeiro olhar, esta parece ser uma descrição perfeita no que se refere à intenção por trás do discurso do SdP, e na verdade é de fato uma excelente descrição neste sentido de o discurso da arte enquanto algo que congrega, que une – e no caso do SdP, como vimos, qualquer semelhança com a religião não é mera coincidência. Entretanto, aqui parece haver alguma inconformidade, que pode ser melhor pensada a seguir (GEERTZ, 2006: 145):

O sentimento que um indivíduo […] [ou] que um povo tem pela vida não é transmitido unicamente através da arte. Ele surge em vários outros segmentos da cultura deste povo: na religião, na moralidade, na ciência […] e até na forma em que organizam sua vida prática e cotidiana. Discursos sobre a arte que não sejam meramente técnicos ou espiritualizações do técnico – ou pelo menos a maioria deles – têm, como uma de suas funções principais, buscar um lugar para a arte no contexto das demais expressões dos objetivos humanos, e dos modelos de vida que essas expressões, em seu conjunto, dão sustentação.

 

O que ocorre com o SdP é que esses segmentos são ainda menos vistos de maneira independente. Há mais do que uma busca por um lugar para a arte, a arte simplesmente está em todos os contextos e se confunde com os objetivos e modelos de vida – na verdade, podemos considerar que é o próprio modelo de vida, personificado por Hunab Ku, a harmonia plena entre o espaço e o tempo. Qualquer simples movimento pode ser reconhecido como arte e, portanto, tudo está permeado por ela. É possível, portanto, que no SdP tenhamos um quadro inverso a este descrito por Geertz. A expressão do povo (seguidores do SdP) está necessariamente ligada à arte, que poderia de alguma forma criar interesses culturais e não apenas expressá-los.

Esta inconformidade se explica: Geertz está inserido numa grande corrente de estudos sociais da arte que não a vê como algo natural, mas sim constituído social ou culturalmente (2006: 146).[17] Sendo assim, a arte não poderia ocupar um papel tão fundamental quanto ocupa no SdP, mas em seu contexto local os papéis parecem se inverter: a arte é a razão da cultura no SdP, e não o contrário.

Algo que contribui para a visão de que a arte não é natural é o fato de, como relatado anteriormente, existirem instituições preocupadas em difundir a cultura do SdP e preparar o público para compreendê-lo e apreciá-lo, tal qual ocorria na Itália do século XV, como Geertz observa (2006: 158).

Um ponto fundamental, entretanto, aproxima Geertz do SdP e à ideia de que este trata-se de um legítimo exemplo de arte como sistema cultural: “os meios através dos quais a arte se expressa e o sentimento pela vida que os estimula são inseparáveis” (GEERTZ, 2006: 148).

Os símbolos presentes no SdP podem ser vistos como documentos primários, assim como Geertz observou a respeito dos iorubá (2006: 150), ilustrações que independem de conceitos pré-existentes, que falam per se. Isto ocorre, por exemplo com os sete “plasmas radiais”, cuja mera contemplação basta para ativar uma abertura telepática.[18]

Acontece o mesmo com os vinte glifos do calendário ritual maia que, readaptados visualmente, ganharam versões modernas no SdP e são chamados de selos. Cada selo é associado a uma cor, com quatro cores no total, cada uma dela associada às quatro direções (norte, sul, leste e oeste). Entre os antigos maias, essas cores eram branco para o norte, amarelo para o sul, vermelho para o leste e preto para o oeste (STUART, 2011: 84 e MONTGOMERY, 2003: 64). Argüelles refere-se à direção oeste como sendo associada à cor negra em O fator maia (2002: 106), entretanto no SdP propriamente dito a cor foi substituída por azul.[19] Isto pode denotar uma preocupação com a obscuridade associada à cor negra, que não seria favorável no contexto harmônico. O dia Chuen, intimamente relacionado ao artista, é um selo associado à direção oeste, e é também o selo de Argüelles na conta do SdP. Para além disto, o dia do nascimento de Argülles está exatamente no meio da conta das 13 luas. Estes fatos apontam para o uso do SdP no sentido de legitimar sua posição de liderança e que por fim acaba se confundindo com uma posição de divindade.

 

Considerações finais

Criado por um artista, o Sincronário da Paz é um sistema cultural cuja ideologia é regida pela arte. Esta, portanto, influencia todos os aspectos             da vida, não com papel secundário ou de mera expressão mas como determinante para a visão de mundo e a construção da rotina ritual.

A arte consiste numa religião, um (único) caminho para salvação, cujo guia é o criador do próprio SdP. O discurso da arte serve para legitimação de sua liderança e visão de mundo, cooptando interessados no mistério para um complexo sistema que mescla uma versão subjetiva do calendário maia a ferramentas oraculares de outras culturas, explorando as artes visuais, os símbolos e a poesia com suas metáforas espirituais, uma congregação de várias crenças que unem diversos movimentos da Nova Era e faz com que o Sincronário da Paz, ele próprio, se torne uma das principais referências nesse contexto.

 

 

 

 

 

 

Referencias

 

Argüelles, José (2002), O Fator Maia – Um caminho além da tecnologia, São Paulo, Cultrix.

 

Geertz, Clifford (2006), O saber local – Novos ensaios em antropologia interpretativa, Petrópolis, Vozes.

 

Montgomery, John (2003), Cycles in Time: The Maya Calendar, Guatemala, Editorial Laura Lee.

 

Sitler, Robert (2006), The 2012 Phenomenon – New Age Appropriation of an Ancient Mayan Calendar, Nova Religio: The Journal of Alternative and Emergent Religions, núm. 3, vol. 9, febrero, pp. 24–38.

 

Stuart, David (2011), The Order of Days: The Maya World and the Truth About 2012, New York, Doubleday.

 



[1] Utilizamos a sigla SdP ao longo do artigo para nos referirmos ao Sincronário da Paz.

[2] Artista visual, escritor e PhD em história da arte recentemente falecido.

[3] Argüelles fornece a ordem dos dias do SdP como sendo correspondente à data no Calendário Maia em seu livro O fator maia, publicado originalmente em 1987. O SdP faz uso da mesma estrutura do calendário ritual maia, conhecido como Tzolk’in, de 260 dias, entretanto conta-o de maneira diferente, modificando a ordem dos dias. Numa analogia, seria o mesmo que dizer que o dia 30 de Janeiro trata-se do dia 13 de Dezembro, entretanto continuando a chamar essa nova versão extra-oficial de “calendário gregoriano”.

[4] Ver http://www.sincronariodapaz.org/altera/diverso/_arquivos/ Boletim%20do%20Projeto%20Rinri%20III.pdf (p. 4) e http://www.13moon.com/faq.htm#Q14 (acessados em 23 /11/2011). Os links utilizados no presente artigo para citar o discurso propagado por Argüelles, pelo SdP ou algum de seus desdobramentos são oficialmente reconhecidos pelo próprio movimento; optamos por discriminar a página de acordo com a sequência encontrada nos arquivos, nos casos em que a página não foi diretamente discriminada anteriormente.

[5] A “Lei do Tempo” é expressada como T(E)=Arte, onde “T” significa tempo (representando a “razão 13:20”, explicada abaixo) e “E” significa energia (representando “qualquer pequeno fenômeno tridimensional, o qual, em seu tempo, é sempre harmonioso”). Ver http://www.sincronariodapaz.org/altera/sincronario/_arquiv os/O%20livro%20A%20DINAMICA%20DO%20TEMPO.pdf, p. 7 (acessado em 23/11/2011).

[6] Sítios oficiais, respectivamente: http://www.lawoftime.org e http://www.planetartnetwork.info

[7] O calendário ritual maia, ou melhor, o ciclo de 260 dias, é na verdade anterior aos maias e comum a centenas de etnias mesoamericanas.

[8]http://www.sincronariodapaz.org/altera/sincronario/arquivos/A%20Reforma%20do%20Calendario%20e%20o%20Futuro%2 0da%20Civilizacao.pdf, p. 8 (acessado em 23/11/2011). Tal proposta foi apresentada à ONU e ao Vaticano e, após o insucesso dessa iniciativa diplomática, o SdP ganha feições de religião, com a figura de Argüelles tornando-se centralizada como a de uma divindade: “Valum Votan”, o “Encerrador do Ciclo” (de 2012). Mais a respeito disso em SITLER, 2006.

[9]http://www.sincronariodapaz.org/altera/sincronotron/_arquivos/Seminario%20Avancado%20Magos%20da%20Terra.doc, p. 54 (acessado em 23/11/2011).

[10] http://www.sincronariodapaz.org/altera/diverso/_arquivos/E dicao%20Fenix%20Volume%204.pdf, p. 9 (acessado em /11/2011).

[11] http://sincronariodapaz.org/altera/sincronario/_arquivos/A%PROFECIA%20TELEKTONON.pdf, p.5 (acessado em /11/2011).

[12] http://www.sincronariodapaz.org/altera/noosfera/_arquivos/Boletim%20do%20Projeto%20Rinri%20III.pdf, p. 8 (acessado em 23/11/2011).

[13]http://www.sincronariodapaz.org/altera/sincronario/_arquivos/O%20livro%20A%20DINAMICA%20DO%20TEMPO.pdf, p. 7 (acessado em 23/11/2011).

[14] Os treze meses ou treze luas estão associadosaos treze números presentes no calendário ritual maia ecada um dos vinte dedos está associado a um dos vintehieróglifos dos dias do mesmo calendário, que são maisconhecidos no SdP como “selos solares”. http://www.lawoftime.org/infobooth/humanholon.html(acessado em 23/11/2011), que mostra ainda outra alternativaparao significado número treze: o corpo humano possuitreze articulações.

[15]http://sincronariodapaz.org/altera/sincronario/_arquivos/A%20PROFECIA%20TELEKTONON.pdf, p. 16-17 (acessado em23/11/2011).

[16] Com “metáforas espirituais” referimo-nos aexercícios diários que incluem a leitura e repetição literal ecíclica de frases, como vemos emhttp://sincronariodapaz.org/altera/sincronario/_arquivos/MUDRAS%20DOS%20SELOS%20ORACOES.pdf ehttp://sincronariodapaz.org/altera/diverso/_arquivos/Boletim%20do%20Projeto%20Rinri%20III.pdf (acessados em23/11/2011).

[17] Nesse caso, talvez Argüelles, mesmo sendo PhD em história da arte, pudesse ser acusado de cometer um anacronismo.

[18] Ver http://www.lawoftime.org/pdfs/TheRinriProject.pdf, p. 30 ( acessado em  23/11/2011).

[19] Ver http://www.lawoftime.org/content/CHV1

Workbook.pdf, p. 62 (acessado em 23/11/2011).

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